Trabalho Remoto PJ: Vaga para Gestor de Tráfego Interno e Processos
O Maestro do Caos Criativo: A Importância Estratégica da Gestão de Demandas (Tráfego Interno) nas Agências de Marketing
No ecossistema vibrante e muitas vezes frenético de uma agência de marketing, existe uma engrenagem que, embora nem sempre esteja na linha de frente com o cliente, é o coração que mantém todo o organismo vivo. Estamos a falar da função de Tráfego Interno ou Gestão de Demandas.
Recentemente, a Ad Clinic, uma referência no setor de estética e bem-estar, abriu uma vaga para esta posição estratégica, e este movimento diz muito sobre as tendências de gestão para 2026. Se você é um profissional de operações, um entusiasta de produtividade ou alguém que procura entender como as agências de alta performance funcionam, este artigo é para si.
O que é, afinal, o Tráfego Interno numa Agência?
Muitas vezes confundido com o “Gestor de Tráfego Pago” (aquele que gere anúncios em Meta ou Google), o profissional de Tráfego Interno tem uma missão completamente diferente: ele gere o fluxo humano e produtivo.
Imagine uma orquestra. O Social Media toca o violino, o Designer o violoncelo, o Copywriter o piano e o Estrategista a flauta. Sem um maestro para ditar o ritmo, garantir que todos tenham a partitura correta e que ninguém atropele o tempo do outro, o resultado é apenas ruído. O Gestor de Tráfego Interno é esse maestro.
Os Pilares da Gestão de Demandas Eficiente
De acordo com as competências exigidas pela Ad Clinic, podemos identificar os pilares que sustentam o sucesso nesta função:
1. A Arte do Briefing Claro
Um dos maiores ralos de dinheiro e tempo numa agência é o retrabalho. O gestor de demandas garante que nenhum projeto comece sem clareza. Ele atua como o elo entre o atendimento (comercial) e a execução, filtrando informações e assegurando que o designer ou o copywriter recebam exatamente o que precisam para brilhar.
2. Visão Sistémica e Gestão de Gargalos
Trabalhar em agência é lidar com múltiplas frentes simultaneamente. Ter uma “visão sistémica” significa entender que se o design atrasar, o tráfego pago não terá o criativo para subir a campanha, o que impactará o resultado do cliente. O gestor de tráfego antecipa estes problemas antes que eles se tornem crises.
3. Domínio de Ferramentas e Metodologias Ágeis
Não se gere o caos com post-its e memória. É fundamental dominar ecossistemas como:
- ClickUp, Monday ou Trello: Para visualização de fluxos.
- Notion: Para documentação de processos.
- Metodologias como Kanban ou Scrum: Para garantir agilidade e entregas constantes.
Por que esta é uma oportunidade de Ouro?
A vaga mencionada destaca um ponto crucial: a possibilidade real de evolução para coordenação ou gestão.
Isso acontece porque quem domina o tráfego interno conhece a agência de “ponta a ponta”. Este profissional entende as dores da criação, as pressões do comercial e as necessidades da estratégia. É o treino perfeito para posições de Direção de Operações (COO) ou Gerência Geral.
Dicas para quem quer atuar na área
Se você se identifica com este perfil executor e organizado, aqui estão três conselhos de ouro:
- Desenvolva a Comunicação Assertiva: Você precisará cobrar prazos sem gerar conflitos. A diplomacia é a sua melhor ferramenta.
- Aprenda o Básico de Cada Setor: Você não precisa saber desenhar no Photoshop, mas precisa saber quanto tempo, em média, um designer leva para criar uma identidade visual. Isso ajuda a definir prazos realistas.
- Foco em Processos, não em Tarefas: Não se limite a passar pedidos adiante. Questione: “Como podemos fazer este fluxo ser mais rápido da próxima vez?”.
Conclusão
A gestão de demandas é o que separa as agências amadoras das agências que escalam com qualidade. Profissionais que conseguem transformar o caos criativo em processos organizados são — e continuarão a ser — alguns dos mais valiosos do mercado de marketing digital.
Se você tem este perfil, empresas como a Ad Clinic estão à sua procura para elevar o nível da entrega e, consequentemente, a satisfação do cliente final.

